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E a aventura estava chegando ao final. O cansaço já se abatia sobre nós dois: o meu joelho direito doía (havia tomado um relaxante muscular na noite anterior e o efeito foi trágico para mim, acordei com o corpo todo dolorido), Charles reclamava de dores nas nádegas (já não havia mais posição para ficar tranquilo no selim). E assim seguimos rumo à Aracaju.

Finalizando o trecho na Bahia, algumas subidas e a única ladeira com terceira faixa em toda a Linha Verde. Realmente esta era de lascar: ladeira longa e com grau de inclinação se acentuando no final. Na divisa com Sergipe um oásis e um restaurante onde almoçamos uma deliciosa moqueca de peixe com molho de camarão e o preço lá embaixo, quer coisa melhor que isto?

Agora às fotos.

Saída da pousada em Vila do Conde.

Saída da pousada em Vila do Conde.

Uma outra visão na saída do Conde.

Uma outra visão na saída do Conde.

Saída de Conde.

Saída do Conde.

Nomes estranhos para vilarejos.

Nomes estranhos para vilarejos.

Detalhe da placa da Vila do Cavalo Russo.

Detalhe da placa da Vila do Cavalo Russo.

Um mirante e lá ao fundo o Atlântico.

Um mirante e lá ao fundo o Atlântico.

Parada para água de coco.

Parada para água de coco.

Estávamos próximos de Estância

Estávamos próximos de Estância

A ladeira final.

A ladeira final.

Aracaju é logo ali.

Aracaju é logo ali.

Finalmente a divisa BA-SE.

Finalmente a divisa BA-SE.

E aí, aceita a moqueca?

E aí, aceita a moqueca?

Já em terras sergipanas.

Já em terras sergipanas.

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