Tempo, tempo, tempo… Desejo de voltar para a estrada!

Tags

, , , , , ,

Coisas da vida.

Entre janeiro e abril de 2016, eu pedalei aproximadamente 1300 km. Entre janeiro e junho deste ano pedalei menos de 200 km. Trabalho, trabalho, trabalho, trabalho. Não que no ano passado estivesse de folga, ao contrário, a carga foi a mesma, mas consegui organizar melhor o meu tempo.

Até o pedal entre a minha casa e a Universidade está difícil este ano, visto que agora estou com a maior parte das aulas no turno noturno e a UESC fica no meio da rodovia Ilhéus-Itabuna – para quem não é da região, na altura do quilômetro 16.

Mas o recesso vem aí e já estou planejando pegar a estrada novamente. Inicialmente pretendo seguir na direção da Chapada Diamantina. A romaria do Bom Jesus da Lapa deste ano furou. Estou no meio do semestre acadêmico e desta forma não vou participar. Estou doente por conta disto.

Por enquanto, resta-me fazer a manutenção de Martina e preparar tudo para pegarmos a estrada juntos. Pretendo ter ao menos duas semanas de pedal solitário.

Martina, prestes a voltar para a estrada. É só colocar os alforges!

Vem aí o Audax 200, não perca a oportunidade.

Tags

, , , , , ,

Caríssimos. bom dia. 2017 chegou e as edições do Audax seguem adiante. Este ano teremos aqui na região de Ilhéus o Audax 200. Esta é uma oportunidade única de participar de um grande desafio de ciclismo, onde o principal oponente é você mesmo com os seus medos, os seus limites e a estrada te desafiando. Não percam.

Cartaz do evento.

Treinão MTB XCO 2017

Tags

, , , , , ,

E eis que o ano de 2017 em Ilhéus começou com o famoso Treinão MTB XCO. Mas o que é isto? Para aqueles que não pedalam esta sopa de letras pode causar estranheza, mas não é bem assim. O nosso Treinão não é uma prova com distribuição de valores em moeda corrente (R$ ou Temer Golpista, antes eu prefira chamar de Dilmas ou Lulas, mas não votei no PT, vamos deixar bem claro aqui. Me defino como Anarco sindicalista punk). Então, voltando ao assunto, não é distribuído valores em moeda corrente, mas sim, alguns brindes como incentivo para que o pessoal possa seguir pedalando sem esmorecer e criando uma certa rivalidade gostosa entre os amadores que se definem como membros da categoria Elite (sim, sei, Fabrício e Mimimimichel… rsrsrsrs, desculpe, mas tinha que zoar com vocês).

Então, no sábado o pessoal fez a delimitação da pista, incluindo o trecho para a prova feminina, de duplas, turismo e a famosa elite – que daria duas volta no circuito. Mais uma vez, o percurso é pela zona rural da parte sul da cidade de Ilhéus, o chamado “pontal”. Mas agora vamos deixar de lado a conversa e mostra as fotos que é mais importante. Lembrando que elas foram selecionadas entre aproximadamente 300 da cobertura que eu fiz durante o Treinão.

Cartaz do evento.

Cartaz do evento.

imgp4084-min-min

Pessoal se deslocando da Praça do Nossa Senhora da Vitória para a linha de largada.

Largada da categoria Elite. Aham Cláudia, senta lá. Entendi... Eu chamaria de Farrapeiros.

Largada da categoria Elite. Aham Cláudia, senta lá. Entendi… Eu chamaria de Farrapeiros.

Largada da Categoria Turismo

Largada da Categoria Turismo

Subindo em direção ao Couto.

Subindo em direção ao Couto.

Olha só, tiveram tempo de beber água.

Olha só, tiveram tempo de beber água.

Estradão, já próximo ao Santo Antônio.

Estradão, já próximo ao Santo Antônio.

Zé Paixão, seguido de perto da sua cria. Exemplo de pedal em família.

Zé Paixão, seguido de perto da sua cria. Exemplo de pedal em família.

E não é que "Jaquinho" pedalou? Me deve uma feijoada.

E não é que “Jaquinho” pedalou? Me deve uma feijoada.

Desta vez eu não pedalei, apenas fiz as fotos. Aqui num selfie.

Desta vez eu não pedalei, apenas fiz as fotos. Aqui num selfie. Ao fundo, no banquinho, Frank, o piloto da vez na Bizz.

Olha a mulherada no pedal.

Olha a mulherada no pedal.

Segunda volta da Elite.

Segunda volta da Elite.

Descidão.

Descidão.

O esforço da segunda volta.

O esforço da segunda volta.

A última subida.

A última subida.

Bora meu velho, força.

Bora meu velho, força.

Pódium da categoria Feminina.

Pódium da categoria Feminina.

Pódium da categoria Duplas.

Pódium da categoria Duplas.

Pódium da categoria Turismo.

Pódium da categoria Turismo.

Pódium da categoria Elite

Pódium da categoria Elite

E Martina trocou de roupa!

Tags

, , , , , , ,

Sempre gostei de dar nomes às minhas bicicletas, principalmente por conta da minha paixão pelo ciclismo e pelos equipamentos. Sendo assim, e por se tratar de um substantivo feminino, sempre dou nomes de grandes mulheres a elas. Assim, já tive uma chamada Cindy (podia ser a Lauper), Helga (de Hagar, o terrível), Frida (Khalo) e Naomi (Watts ou Campbell).

A minha Martina é uma referência à Martina Navrátilová (é assim que se escreve, não está errado), a grande tenista da década de 1980, nascida na antiga Tchecoslováquia, foi uma das maiores tenista de todos os tempos. Ganhou apenas 18 Grand Slams de simples, 31 Grand Slams de duplas (recorde de todos os tempos), e 10 Grand Slams de duplas mistas. Conseguia sacar a uma velocidade de 180 km/h. Em 1975 pediu asilo ao EUA e naturalizou-se estadunidense.

Ela é uma das poucas atletas do tênis a conquistar o chamado Boxed Set, ou seja, ganhar o torneio de simples, duplas e duplas mistas em todos os 4 torneios do Grand Slam. Também integra a seleto grupo de tenistas que obtiveram o chamado Década Slam, pois ganhou durante dez anos consecutivos pelo menos um dos torneios do Grand Slam.

Diante de tais referências, a minha Martina tinha de ser uma bike especial também. Assim, ela foi montada com um quadro fabricado por Igor Miyamura, possui rodas 700/29″, suspensão single shock, cubo dianteiro com dínamo SON Delux, farol Luxos de 6 volts e a parte mais importante do setup mecânico: câmbio traseiro interno Shimano Alfine de 11 velocidades. Esta é a minha bike para grandes travessias. Vejam agora como ela ficou linda.

Martina no seu segundo local preferido, pendurada na sala do apartamento.

Martina no seu segundo local preferido, pendurada na sala do apartamento.

Agora em nova cor e com nova designação, conhecida como Zero Prototype.

Agora em nova cor e com nova designação, conhecida como Zero Prototype.

O cubo/câmbio traseiro Alfine de 11 marchas.

O cubo/câmbio traseiro Alfine de 11 marchas.

Coroa Deore de 32 velocidades.

Coroa Deore de 32 velocidades.

Garfo RST Single Shock. Para o uso na cidade é excelente, mas não vá se aventurar no fora de estrada.

Garfo RST Single Shock. Para o uso na cidade é excelente, mas não vá se aventurar no fora de estrada. Fixo no garfo, o excelente farol.

Bagageiro traseiro, sempre bom para colocação dos alforjes.

Bagageiro traseiro, sempre bom para colocação dos alforjes.

Detalhe do conjunto cubo/câmbio/tensor de corrente.

Detalhe do conjunto cubo/câmbio/tensor de corrente.

Ilhéus, onde os ciclistas são perseguidos pelos ônibus

Tags

, , , , , ,

Falei para o motorista do ônibus: você quase me atropelou.

E ele respondeu: mande o seu prefeito construir uma via exclusiva para você pedalar.

De que adianta então a campanha fixada no fundo de alguns ônibus se os próprios motoristas ignoram-na?

Busdoor com a nossa campanha.

Busdoor com a nossa campanha.

X Pedal Solidário

Tags

, , , , , ,

E eis que chegamos ao final do ano de 2016. Ano muito difícil, complicado e cheio de altos e baixos. Ano em que aprendemos muito, choramos muito a perda de alguns ídolos, principalmente na música e artes em geral, vimos governos serem destituídos, crápulas chegarem ao poder, alguns preocupados com sítios e triplex ao mesmo tempo que esqueceram do helicóptero com a carga suspeita, das jóias compradas e da merenda roubada.

Indiferente ao que acontecia no cenário nacional, principalmente diante da gigantesca perda de direitos que teremos pela frente nos próximos vinte anos, seguimos pedalando e levando esperança às crianças da zona rural de Ilhéus.

Nos últimos dez anos um pequeno grupo de ciclistas daqui da cidade, resolveu fazer o Pedal Solidário. Ele sempre acontece no dia 25 de dezembro, data em que uma parcela de crianças sai às ruas para exibir e brincar com o presente que ganhou na noite anterior. Mas, esta é uma realidade diferente para muitas crianças que não tem pais com condições de comprar sequer um quilo de comida decente para colocar à mesa. É esta a finalidade do nosso Pedal Solidário, distribuir alegria para crianças e para um pequeno número de famílias que vivem abaixo da linha da pobreza nessa nossa cidade.

Este ano fizemos uma “brincadeira” um pouco diferente. Montamos a nossa base no bairro do Santo Antonio e lá levamos doces, salgados, sorvetes, brincadeiras, pinturas no corpo e tudo que fosse possível para alegrar uma criança e sua família no dia de Natal. Fazemos tudo isso sem a preocupação do receber em troca, a não ser o sorriso lindo, o abraço apertado e as lágrimas nos olhos de quem não esperava nada e ganhou um brinquedo simples, como uma bola, uma boneca, um pequeno quebra-cabeça. Este é o nosso espírito, é o nosso desejo, é a nossa vontade. Com isso recuperamos algumas bicicletas e doamos para algumas crianças. Queríamos poder doar centenas, mas infelizmente ainda não conseguimos. Não é sorteio, basta vermos uma criança na beira da estrada e paramos o carro e fazemos a entrega do brinquedo.

Enquanto escrevo, os olhos enchem de lágrimas, é impossível contê-las diante das doces lembranças dos sorrisos de alegria nos rostos e da felicidade dos meninos correndo atrás da sua bola, pedalando a sua bicicleta, construindo os seus sonhos. As imagens dizem tudo, falam por si.

E que venham mais como este. Feliz 2017.

Turma organizada diante da Pró-Bike, pronta para sair.

Turma organizada diante da Pró-Bike, pronta para sair.

Arrumando os presentes na caminhonete.

Arrumando os presentes na caminhonete.

Saindo do Nossa Senhora da Vitória.

Saindo do Nossa Senhora da Vitória.

Seguindo para o Santo Antonio.

Seguindo para o Santo Antonio.

Chame gente, chamem todos, vamos junto.

Chame gente, chamem todos, vamos junto.

Uma festa de todos.

Uma festa de todos.

Ley, um dos nossos amigos do Pedal Solidário.

Ley, um dos nossos amigos do Pedal Solidário.

Fila formada.

Fila formada.

Aperta um pouco que o "buzu" vai passar.

Aperta um pouco que o “buzu” vai passar.

Menino com o seu presente.

Menino com o seu presente.

Crianças esperando a nossa pasagem.

Crianças esperando a nossa passagem.

A nossa satisfação é ver o sorriso deles.

A nossa satisfação é ver o sorriso deles.

Sim, ela foi bem na escola, merece uma bicicleta.

Sim, ela foi bem na escola, merece uma bicicleta.

Olha a gatinha pintada para a brincadeira.

Olha a gatinha pintada para a brincadeira.

E teve até pau de sebo.

E teve até pau de sebo.

Fila do sorvete.

Fila do sorvete.

Festa com zumbis...

Festa com zumbis…

...Spyder man.

…Homem Aranha.

Pintura divertida.

Pintura divertida.

A atenção das nossas pintoras.

A atenção das nossas pintoras.

Qual será o meu desenho?

Qual será o meu desenho?

Um super herói, Batman.

Um super herói, Batman.

Outro Batman

Outro Batman

Mesa posta para o banquete.

Mesa posta para o banquete.

Guloseimas que todas as crianças adoram, inclusive esta criança aqui.

Guloseimas que todas as crianças adoram, inclusive esta criança aqui.

Ser criança, não tem preço.

Ser criança, não tem preço.

Sinais de mudança no ar!

Tags

, , , , , ,

Ilhéus está apresentando alguns sinais de mudança e isto não é fruto da troca da frota dos aviões de carreira. Depois de inúmeras conversas e debates junto à administração pública do município de Ilhéus abordando a mobilidade urbana, em especial o uso consciente e inteligente da bicicleta como meio de transporte, algumas coisas estão mudando. O primeiro sinal favorável aos ciclistas são esta imagens abaixo de outdoors fixados no fundo de alguns ônibus da cidade.

Não é assim aquela solução, mas já é um primeiro passo rumo a conscientização dos motoristas da cidade de que em cima de uma bicicleta há uma vida circulado. Parabéns a Associação Ilheense de Ciclismo – AIC, que vem conversando com a prefeitura para que novas ações sejam feitas. Agora vamos esperar o novo prefeito e manter as conversas sobre mobilidade urbana. Pensar uma outra mobilidade, pensar uma nova Ilhéus, este é o nosso propósito.

Busdoor com a nossa campanha.

Busdoor com a nossa campanha.

Campanha de conscientização do respeito ao ciclista em Ilhéus.

Campanha de conscientização do respeito ao ciclista em Ilhéus.

Ciclistas virando número em Ilhéus.

Tags

, , , , ,

Gostaria de que realmente virássemos números positivos na cidade de São Jorge dos Ilhéus, mas infelizmente a realidade é outra. Nestes últimos dias tive o conhecimento de pelo menos três acidentes envolvendo bicicleta aqui na região, sendo que o último foi ontem à noite próximo ao cruzamento da Avenida Itabuna com a Canavieiras. Isto mostra como somos frágeis no trânsito e como o motorista comum brasileiro e o próprio poder público ignora a nossa existência enquanto cidadãos, agente de transformação da sociedade e usuários das vias públicas.

Vamos dar um basta a esta indiferença e usar a bicicleta como um meio de locomoção inteligente na cidade.

A bicicleta amassada e retorcida, símbolo de mais um acidente com ciclista na via.

A bicicleta amassada e retorcida, símbolo de mais um acidente com ciclista na via. Foto: J. Duran Machfee/Futura Press

On the road, on the bike!

Tags

, , , , ,

O que leva uma pessoa a sair pelo mundo a pedalar sem destino e sem tempo previsto? Estas são algumas perguntas que sempre atormentam a mente de muitos ciclistas. Para algumas pessoas, aqueles que decidem cair no mundo e tornar este sonho realidade são verdadeiros loucos e/ou desocupados. Para outros, é falta do que fazer na vida e também classificam como loucos quem faz isto. Para uma significativa parcela de ciclistas, trata-se de um desejo, ter um pouco de liberdade para sair da vida normal, comum, cotidiana.

Mas como nos lembra um grande poeta baiano contemporâneo, Raul Seixas, que dizia o seguinte em uma de suas clássicas músicas, Ouro de tolo: Eu devia estar contente
porque eu tenho um emprego, sou um dito cidadão respeitável e ganho quatro mil cruzeiros por mês… Realmente, eu devia estar contente por ter tudo isto, mas paro e reflito o restante da letra desta música quando o mesmo “Raulzito” afirma:

Ah! Mas que sujeito chato sou eu
Que não acha nada engraçado
Macaco praia, carro, jornal, tobogã
Eu acho tudo isso um saco

É você olhar no espelho
Se sentir um grandessíssimo idiota
Saber que é humano, ridículo, limitado
Que só usa dez por cento de sua
Cabeça animal
E você ainda acredita que é um doutor, padre ou policial
Que está contribuindo com sua parte
Para nosso belo quadro social

Eu que não me sento
No trono de um apartamento
Com a boca escancarada cheia de dentes
Esperando a morte chegar

Porque longe das cercas embandeiradas que separam quintais
No cume calmo do meu olho que vê
Assenta a sombra sonora de um disco voador.

Porque estou escrevendo tudo isto? Esta semana conheci três novos amigos e dei guarida para eles por dois dias. Estavam viajando pela América do Sul: os argentinos Tomás Gloviar e Adrian Zurbringgen e o israelense Yehonatan Herbelin. Cada um com destinos diferentes, or acaso se encontraram na estrada e por acaso foram para em minha casa. Conversamos sobre a aventura de cada um e o sentido de cair na estrada de bicicleta.

Tomás e Adrian estão pedalando há cinco meses, o primeiro saiu de Córdoba e tem como destino o litoral da América do Sul e Central; já o segundo saiu de Buenos Aires e tem como destino o Alasca. Yehonatan está há mais tempo na estrada, aproximadamente sete meses, saiu do Chile e pretende chegar ao México. Os Três se encontraram no Brasil, sendo que o mais recente a se incorporar ao grupo foi o Tomás que encontrou a dupla em Belmonte, aqui na Bahia. Hoje eles seguiram viagem em direção a Serra Grande e Itacaré. Boa viagem “ermanos” e “mi casa es tu casa” e estará sempre à disposição.

Com a letra de outro poeta brasileiro, Milton Nascimento em Encontro e despedidas, deixo as saudações aos cicloturistas: Mande notícias do mundo de lá, diz quem fica… Coisa que gosto é poder partir sem ter planos, melhor ainda é poder voltar quando quero…

Adrian e Tomás após chegarem lá em casa.

Adrian e Tomás após chegarem lá em casa.

Yehonatan provando um café.

Yehonatan provando um café.

Fazendo reparos nas bicicletas com o "Mestre" Ailton, da Probike.

Fazendo reparos nas bicicletas com o “Mestre” Ailton, da Probike.

Arrumando as malas para pegar a estrada. Tomás pedala uma bike feita de bambu e fibra de vidro.

Arrumando as malas para pegar a estrada. Tomás pedala uma bike feita de bambu e fibra de vidro.

Respeite o ciclista, este é o nosso lema, agora percorrendo o mundo.

Respeite o ciclista, este é o nosso lema, agora percorrendo o mundo.

Tomás arrumando a bike para a partida.

Tomás arrumando a bike para a partida.

Adrian ajeitando a sua magrela.

Adrian ajeitando a sua magrela.

A bike de bambu de Tomás.

A bike de bambu de Tomás.

Engarrafamento de bikes na saída do prédio.

Engarrafamento de bikes na saída do prédio.

Yohnatan, Yolanda e a nossa camisa da romaria ao Bom Jesus da Lapa seguindo viagem com os novos amigos.

Yohnatan, Yolanda e a nossa camisa da romaria ao Bom Jesus da Lapa seguindo viagem com os novos amigos.

Trio pronto para enfrentar a estrada novamente, após dois dias em Ilhéus.

Trio pronto para enfrentar a estrada novamente, após dois dias em Ilhéus.

E lá se vão os ciclistas. Mandem notícias do mundo de lá...

E lá se vão os ciclistas. Mandem notícias do mundo de lá…