XCO Morro de Pernambuco 2018

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E você já se inscreveu? Não deixe de participar. 01/04/2018, XCO Morro de Pernambuco. Eu vou e você?

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De volta ao longão

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Passados mais de um ano e sete meses, voltei à estrada fazendo um longão. Inicialmente o desfaio foi duro, visto que em 2017 praticamente não consegui pedalar. este fato ocorreu devido a diversos fatores, entre eles o acúmulo de trabalho em um ano atípico. Mas enfim, voltei a fazer o que mais gosto no ciclismo, pedalar longas distâncias, o famoso longão.

Ontem, ao lado de mais três amigos – Rafael, Daniel Mendonça e Marcos Botelho – fiz, pela primeira vez, o trecho de Ilhéus até Buerarema por estrada de chão. Havia chovido rapidamente durante a madrugada, mas não imaginei que em alguns trechos as condições do terreno estariam da forma como encontramos. E aí veio a constatação: percorrer uma estrada de chão com uma Moutain Bike é uma coisa, fazer o mesmo percurso com uma ciclotour é outra história e por isso, mais emocionante. Principalmente quando a sua bike tem apenas 11 marchas localizadas dentro do cubo e com um peso fora do normal. Agora pegue tudo isto com lama e um garfo estreito. O acúmulo de barro foi intenso e em muitas ladeiras o jeito foi empurrar a bike até o topo.

Mas sobrevivi, visto que o segundo trecho foi no asfalto. Bom, as imagens falam por si só. Vejam, comentem, digam o que acharam.

Martina, parcialmente limpa.

E o garfo heim?

Pedivela já sem o torrão de barro.

Quem está mais sujo, eu ou ela?

Pneu slick????

Uma visão das duas rodas.

E aqui o “bolo” já formado na roda traseira, logo após o pedivela. Foi neste momento que agradeci por usar um câmbio interno.

O massapê grudando no garfo.

O estradão. À frente, lama e mais lama.

O inquilino, o condomínio e a bicicleta!

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Definitivamente vivemos tempos estranhos. Vamos por partes.

A cidade de Ilhéus vive uma expansão imobiliária como nunca foi visto antes. Novos condomínios são erguidos, principalmente na zona sul da cidade. Uma das principais propagandas que constam no material de divulgação destes novos condomínios é a integração das pessoas com a natureza. Ironicamente, neles não encontramos árvores, ao contrário, muito cimento, e normalmente um gramado ralo que eles insistem em dizer que é área verde. Eu moro em um condomínio com estas características.

Aqui predomina o asfalto e as pedras, poucas árvores. Mas o condomínio tem piscina, quadra de esportes e uma sala de musculação. Portanto está de acordo com a geração saúde.

O interessante é notar que ele tem bastante espaço para automóveis e pouco espaço para bicicletas. Aliás, construíram bicicletários na parte do fundo dos blocos para que as pessoas pudessem colocar as suas bicicletas, mas sem qualquer tipo de proteção contra o tempo, como e chuva. Aí vão algumas perguntas: será que o síndico sabe que bicicletas enferrujam? Será que o condomínio sabe o valor de algumas das bicicletas dos seus condôminos? Será esta a visão que mantêm a respeito do uso racional da bicicleta? Creio que sim!

Esta semana ao chegar no meu bloco me deparei com o aviso abaixo. Interessante, pois isto afeta todos os usuários, principalmente as crianças e numa época em que elas estão de férias. Será que o síndico sabe o trabalho que dá descer do quarto piso com uma ou duas bicicletas para que as crianças possam se divertir um pouco? Acredito que no mínimo o síndico não sabe andar de bicicleta ou detesta crianças pedalando pelo estacionamento.

Fica aqui o meu repúdio a esta atitude estúpida e pouco construtiva por parte da administração do condomínio. Precisamos encarar a bicicleta não apenas como um meio de lazer, mas também como um meio de locomoção e de promoção de uma vida mais saudável.

Aviso na entrada do bloco: será que vão rebocar a minha bicicleta e emitir multa através do Detran?

Mulheres e bicicletas, união perfeita!

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Já faz algum tempo que acompanho uma ciclista brasileira pedalando pela América, a Juliana Hirata ou simplesmente Juli Hirata e o seu Extremo das Américas http://www.julihirata.com/ Neste endereço vocês podem acompanhar as aventuras desta ciclista, principalmente através dos vídeos postados no youtube, coisa maravilhosa de ver, ouvir e se deliciar com as magníficas aventuras.

Agora, acabei de encontrar esta matéria https://mulherias.blogosfera.uol.com.br/2017/12/20/fim-da-depressao-e-do-busao-quatro-historias-de-ciclistas-da-periferia/ onde é possível ler a respeito de quatro mulheres que usam a bicicleta no seu cotidiano, dentro da cidade e que serve como uma forma de terapia – aliás, andar de bicicleta também é uma terapia para mim. Divirtam-se com este link e vamos incentivar as mulheres a fazerem parte deste movimento, afinal de contas, as trilhas urbanas ficam mais bonitas e leves com elas.

A beleza feminina nas trilhas.

Boas festas!!!

E o ano chega ao fim. É hora das metas para 2018!!

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E mais um ano chega ao fim. É chegada a hora de estabelecer algumas metas para 2018. Ao contrário do ano passado, em 2017 pouco pedalei e isto é fruto de acúmulo de trabalho, mudanças de horários e também por ter me dedicado a alguns projetos pessoais.

Com a divulgação do calendário das provas do Audax para 2018, já estou começando a me planejar. Agora que já domino plenamente Martina e sei do que podemos fazer juntos, é hora de aproveitar os seus segredos e treinar pesado visando cumprir a meta: concluir o Audax 200, 300 e o 400 km, além de fazer algumas viagens solo quando o tempo permitir.

2017 foi o ano de reflexão, mudança e renovação. 2018 será o ano da retomada e consolidação. Vamos lá, não tenho tempo a perder, ao pedal!

Martina, pronta para novas batalhas.

Tempo, tempo, tempo… Desejo de voltar para a estrada!

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Coisas da vida.

Entre janeiro e abril de 2016, eu pedalei aproximadamente 1300 km. Entre janeiro e junho deste ano pedalei menos de 200 km. Trabalho, trabalho, trabalho, trabalho. Não que no ano passado estivesse de folga, ao contrário, a carga foi a mesma, mas consegui organizar melhor o meu tempo.

Até o pedal entre a minha casa e a Universidade está difícil este ano, visto que agora estou com a maior parte das aulas no turno noturno e a UESC fica no meio da rodovia Ilhéus-Itabuna – para quem não é da região, na altura do quilômetro 16.

Mas o recesso vem aí e já estou planejando pegar a estrada novamente. Inicialmente pretendo seguir na direção da Chapada Diamantina. A romaria do Bom Jesus da Lapa deste ano furou. Estou no meio do semestre acadêmico e desta forma não vou participar. Estou doente por conta disto.

Por enquanto, resta-me fazer a manutenção de Martina e preparar tudo para pegarmos a estrada juntos. Pretendo ter ao menos duas semanas de pedal solitário.

Martina, prestes a voltar para a estrada. É só colocar os alforges!

Vem aí o Audax 200, não perca a oportunidade.

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Caríssimos. bom dia. 2017 chegou e as edições do Audax seguem adiante. Este ano teremos aqui na região de Ilhéus o Audax 200. Esta é uma oportunidade única de participar de um grande desafio de ciclismo, onde o principal oponente é você mesmo com os seus medos, os seus limites e a estrada te desafiando. Não percam.

Cartaz do evento.

Treinão MTB XCO 2017

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E eis que o ano de 2017 em Ilhéus começou com o famoso Treinão MTB XCO. Mas o que é isto? Para aqueles que não pedalam esta sopa de letras pode causar estranheza, mas não é bem assim. O nosso Treinão não é uma prova com distribuição de valores em moeda corrente (R$ ou Temer Golpista, antes eu prefira chamar de Dilmas ou Lulas, mas não votei no PT, vamos deixar bem claro aqui. Me defino como Anarco sindicalista punk). Então, voltando ao assunto, não é distribuído valores em moeda corrente, mas sim, alguns brindes como incentivo para que o pessoal possa seguir pedalando sem esmorecer e criando uma certa rivalidade gostosa entre os amadores que se definem como membros da categoria Elite (sim, sei, Fabrício e Mimimimichel… rsrsrsrs, desculpe, mas tinha que zoar com vocês).

Então, no sábado o pessoal fez a delimitação da pista, incluindo o trecho para a prova feminina, de duplas, turismo e a famosa elite – que daria duas volta no circuito. Mais uma vez, o percurso é pela zona rural da parte sul da cidade de Ilhéus, o chamado “pontal”. Mas agora vamos deixar de lado a conversa e mostra as fotos que é mais importante. Lembrando que elas foram selecionadas entre aproximadamente 300 da cobertura que eu fiz durante o Treinão.

Cartaz do evento.

Cartaz do evento.

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Pessoal se deslocando da Praça do Nossa Senhora da Vitória para a linha de largada.

Largada da categoria Elite. Aham Cláudia, senta lá. Entendi... Eu chamaria de Farrapeiros.

Largada da categoria Elite. Aham Cláudia, senta lá. Entendi… Eu chamaria de Farrapeiros.

Largada da Categoria Turismo

Largada da Categoria Turismo

Subindo em direção ao Couto.

Subindo em direção ao Couto.

Olha só, tiveram tempo de beber água.

Olha só, tiveram tempo de beber água.

Estradão, já próximo ao Santo Antônio.

Estradão, já próximo ao Santo Antônio.

Zé Paixão, seguido de perto da sua cria. Exemplo de pedal em família.

Zé Paixão, seguido de perto da sua cria. Exemplo de pedal em família.

E não é que "Jaquinho" pedalou? Me deve uma feijoada.

E não é que “Jaquinho” pedalou? Me deve uma feijoada.

Desta vez eu não pedalei, apenas fiz as fotos. Aqui num selfie.

Desta vez eu não pedalei, apenas fiz as fotos. Aqui num selfie. Ao fundo, no banquinho, Frank, o piloto da vez na Bizz.

Olha a mulherada no pedal.

Olha a mulherada no pedal.

Segunda volta da Elite.

Segunda volta da Elite.

Descidão.

Descidão.

O esforço da segunda volta.

O esforço da segunda volta.

A última subida.

A última subida.

Bora meu velho, força.

Bora meu velho, força.

Pódium da categoria Feminina.

Pódium da categoria Feminina.

Pódium da categoria Duplas.

Pódium da categoria Duplas.

Pódium da categoria Turismo.

Pódium da categoria Turismo.

Pódium da categoria Elite

Pódium da categoria Elite

E Martina trocou de roupa!

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Sempre gostei de dar nomes às minhas bicicletas, principalmente por conta da minha paixão pelo ciclismo e pelos equipamentos. Sendo assim, e por se tratar de um substantivo feminino, sempre dou nomes de grandes mulheres a elas. Assim, já tive uma chamada Cindy (podia ser a Lauper), Helga (de Hagar, o terrível), Frida (Khalo) e Naomi (Watts ou Campbell).

A minha Martina é uma referência à Martina Navrátilová (é assim que se escreve, não está errado), a grande tenista da década de 1980, nascida na antiga Tchecoslováquia, foi uma das maiores tenista de todos os tempos. Ganhou apenas 18 Grand Slams de simples, 31 Grand Slams de duplas (recorde de todos os tempos), e 10 Grand Slams de duplas mistas. Conseguia sacar a uma velocidade de 180 km/h. Em 1975 pediu asilo ao EUA e naturalizou-se estadunidense.

Ela é uma das poucas atletas do tênis a conquistar o chamado Boxed Set, ou seja, ganhar o torneio de simples, duplas e duplas mistas em todos os 4 torneios do Grand Slam. Também integra a seleto grupo de tenistas que obtiveram o chamado Década Slam, pois ganhou durante dez anos consecutivos pelo menos um dos torneios do Grand Slam.

Diante de tais referências, a minha Martina tinha de ser uma bike especial também. Assim, ela foi montada com um quadro fabricado por Igor Miyamura, possui rodas 700/29″, suspensão single shock, cubo dianteiro com dínamo SON Delux, farol Luxos de 6 volts e a parte mais importante do setup mecânico: câmbio traseiro interno Shimano Alfine de 11 velocidades. Esta é a minha bike para grandes travessias. Vejam agora como ela ficou linda.

Martina no seu segundo local preferido, pendurada na sala do apartamento.

Martina no seu segundo local preferido, pendurada na sala do apartamento.

Agora em nova cor e com nova designação, conhecida como Zero Prototype.

Agora em nova cor e com nova designação, conhecida como Zero Prototype.

O cubo/câmbio traseiro Alfine de 11 marchas.

O cubo/câmbio traseiro Alfine de 11 marchas.

Coroa Deore de 32 velocidades.

Coroa Deore de 32 velocidades.

Garfo RST Single Shock. Para o uso na cidade é excelente, mas não vá se aventurar no fora de estrada.

Garfo RST Single Shock. Para o uso na cidade é excelente, mas não vá se aventurar no fora de estrada. Fixo no garfo, o excelente farol.

Bagageiro traseiro, sempre bom para colocação dos alforjes.

Bagageiro traseiro, sempre bom para colocação dos alforjes.

Detalhe do conjunto cubo/câmbio/tensor de corrente.

Detalhe do conjunto cubo/câmbio/tensor de corrente.